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sábado, 15 de dezembro de 2012

A VINDA DE JESUS



Deus resolveu, então, esclarecer tudo sobre o Reino da Salvação e enviou o Seu único Filho ao mundo. Agora, nós nos debruçamos diante da realidade Divina, conforme nos relata as Sagradas Escrituras.

Jesus veio para o
que era Seu

Em João, capítulo 1, versículos 11 a 13, diz:
“Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. 12 Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus.”


Isaías anuncia a vinda do
Filho do Homem

Há 700 anos antes da vinda do Filho de Deus, Isaías – o profeta Messiânico - já O anunciava, dizendo:
Mas a terra, que foi angustiada, não será entenebrecida; envileceu nos primeiros tempos, a terra de Zebulom, e a terra de Naftali; mas nos últimos tempos a enobreceu junto ao caminho do mar, além do Jordão, na Galiléia das nações. O povo que andava em trevas, viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz.” (Isaías 9:1-2)




Isaías fala sucessivamente  sobre
a vinda do Messias.
O Pai da eternidade
“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Do aumento deste principado e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar com juizo e com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto.” (Isaías 9:6-7)

Ele anunciará o que jamais fora anunciado
 “Eis que o meu servo procederá com prudência; será exaltado, e elevado, e mui sublime. Como pasmaram muitos à vista dele, pois o seu parecer estava tão desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a sua figura mais do que a dos outros filhos dos homens. Assim borrifará muitas nações, e os reis fecharão as suas bocas por causa dele; porque aquilo que não lhes foi anunciado verão, e aquilo que eles não ouviram entenderão.” (Isaías 52:13-15)
                                                                                                                         
Crédito ao anunciado.
Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR? Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.  Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. (Isaías 53:1-5)

Missão predestinada para a glória eterna.
Em Isaías, capítulo 53 e seus versículos de 6 a 12, nos revelam a maior de todas as excelências do Reino de Deus. Com tamanha sublimidade, não nos deixa espaço a fim de discernir em que ponto a glória do Senhor Nosso Deus se distinguirá mais.
A misericórdia de Deus encheu todos os celeiros. Inundou o coração daqueles que ouviram o anuncio da palavra do Reino de Deus, recebendo-a e aceitando-a com alegria, como sendo a boa semente plantada em terra fértil.

Desta feita, diz Isaías:   
“Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca. Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido. E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca. Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão. Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos; porque as iniquidades deles levará sobre si. Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores.” (Isaías 53:6-12)

DESTRUIÇÃO DO POVO DE DUES



O ser humano – o homem, independentemente, da religião que a escolheu, pratica atos absurdos que assustam o próprio ser humano. Crimes de todas as naturezas são praticados. Crenças para todos os gostos têm abraçado o homem. A maior parte dos seus atos teria sido evitada se lhe fosse presente o conhecimento da palavra de Deus. Devido a isto, o povo tem sofrido crucialmente.
Com o povo de Deus também não é diferente, pois o Senhor nos adverte no Seu santo livro, dizendo em Oséias, capítulo 4, versículo 6:
“O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.” 

Usando um texto bem menor, Jesus resume o conteúdo acima, ao afirmar em João, capítulo 5, versículo 39, dizendo:
Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam.

Fundamentados nos dois textos acima, iniciamos o nosso estudo à luz da Palavra de Deus, pois é nela que existe toda a verdade do Reino de Deus. A verdade que nos liberta do pecado, da morte eterna.
Sobre esta verdade, Jesus disse:
E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32)

Esta obra não tem objetivo de atacar nenhuma religião, posto que, o protagonista nesta história é o comportamento do homem diante da palavra de Deus, o Todo-Poderoso.
Não adotaremos nenhum radicalismo, porquanto o assunto que vamos enfocar é o comportamento do homem nas igrejas atuais.

HOUVE BATALHA NO CÉU


A revolta de Lúcifer


A origem do mal.   

O mundo desde a sua criação vive num tremendo conflito de desobediência ao Seu criador – o Senhor Nosso Deus. Crimes horrorosos, adultérios, estupro, corrupção, guerras. Nações são invadidas e milhões de pessoas assassinadas. Crianças e adolescentes são corrompidos com toda espécie de violência.  Os pais matam os seus filhos na mais tenra idade. A iniquidade está sem fronteiras nos dias de hoje. O coração do homem desceu para a sola dos pés.

Contrário à palavra de Deus, o homem não vem respeitando limites. Tudo é possível. Tudo é normal. A impunidade, aqui na terra, também é normal.
Deus disse:                                                                                                                                
Não matarás. Não adulterarás. Não furtarás. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo. Tudo isto é praticado prazerosamente, servindo até de troféus para muitos. A mulher se depravou terrivelmente. Ela faz questão de mostrar sua nudez, oferecendo-se a quem quiser possuí-la. Sua sensualidade é cada vez mais provocante.
O movimento feminista destruiu o grande tesouro da mulher – o seu caráter; a decência. E desconhecem a palavra de Deus. Suas filhas  se  tornam princesas do reino deste mundo.   
Vivemos perplexos, vivemos no mundo totalmente fora do controle.   A terra foi transformada num verdadeiro matadouro humano. Os dias se passam.
A mulher, que era considerada como a parte franca, mansa e pacata, com brandura no seu coração, agora, ela caminha em pé de igualdade com o homem, porquanto pratica as mesmas crueldades dantes abraçadas pelo homem.
Insaciavelmente, o homem e a mulher se esbanjam no apogeu da desgraça, que lhes é oferecido, a princípio deliciosamente, pelo reino deste mundo – que não é de Deus - a preço de morte; e morte espiritual,  entregando a sua alma ao fogo eterno, onde também ficarão o diabo e os seus anjos.  
O ser humano se opõe à palavra de Deus. Poucos se interessam a conhecer o Senhor Nosso Deus, o Senhor dos Exércitos.
Que força é essa que atrai o ser humano a proceder de tal modo, contrariando a vontade do seu Criador? A Bíblia – o santo livro de Deus – explicará tudo.
 O autor destas coisas morava no Céu. A Bíblia Sagrada registra que o reino celestial é formado pelo Pai, o Filho, o Espírito Santo, Serafins, Querubins e Arcanjos, também conhecidos por anjos.
O Senhor Deus não deixou tais fatos encobertos ao homem, porquanto o livro de Deus conta a história de uma rebelião encabeçada  por um dos anjos, que tentou dar um golpe de estado e destronar o seu próprio Criador.
E assim, dentre os anjos havia um querubim muito formoso, ungido para proteger, cheio de poderes, chamado Lúcifer, que significa portador da luz.
Ezequiel, capítulo 28, versículo 14, diz:
Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas.”
Continuando, diz o Senhor Deus em Ezequiel, capítulo 28, versículo15:
Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti.” 
O Senhor, que é onisciente, conhecia o coração de Lúcifer, que iria maquinar coisa terrível no reino de Deus.
A estratégia de Lúcifer
Em Isaías, capítulo 14, versículo 12, conta a ambição de Lúcifer e sua queda, conforme está escrito:
“Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações!”
Continuando, eis que não demorou muito para Lúcifer dizer em seu coração:
“...Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, da banda dos lados do norte.  Subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo.  E com tudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo” (Isaías 14:13-15)
Lúcifer reuniu os anjos, aos quais apresentou o seu projeto, a fim de convencê-los a aceitar o seu plano e combaterem com ele, e tomar o Reino de Deus. Ele queria aplicar um golpe de estado e usurpar o trono de Deus.
Um terço dos anjos aceitou a proposta de Lúcifer (Apocalipse 12:4). Unidos, os anjos combateram com ele.
A derrota de Lúcifer
Deu-se início a uma grande batalha no Céu, conforme nos descreve Apocalipse 12:7-9, que diz:
E houve batalha no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhava o dragão e os seus anjos;  Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus.  E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.” 
Porque Deus não eliminou, de vez, satanás e os anjos rebelados?
Ora, se o Senhor Nosso Deus quisesse teria exterminado com Lúcifer e seus anjos rebeldes. Deus, porém, não age assim, porque não é um ditador. O Senhor Deus é democrata. Ele é o Deus do livre arbítrio, dando a todos, inclusive aos seres celestiais, o direito de decidir o seu próprio destino – o caminho do bem ou do mal.
Deus, todavia, faz um alerta em Isaías, capítulo 29, versículo 15, dizendo:
“Ai dos que querem esconder profundamente o seu propósito do SENHOR, e fazem as suas obras às escuras, e dizem: Quem nos vê? E quem nos conhece?
Quantos anjos  aceitaram a proposta de Lúcifer?
Esta pergunta é difícil de ser respondida, porém, podemos imaginar que foram milhões de anjos, porquanto o exército celestial é formado por um efetivo incontável, conforme nos descreve João em Apocalipse, capítulo 5, versículo 11, dizendo:
 “E olhei, e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do trono, e dos animais, e dos anciãos; e era o número deles milhões de milhões, e milhares de milhares”.
O dicionário explica o significado das palavras seguintes:
Iniquidade: Grande injustiça. Ato malvado, prática de crime, pecado e perversidade.

Onisciente: Que sabe tudo.

           

DEUS CRIOU O MUNDO




Após o conflito provocado por Lúcifer, o Senhor Deus, juntamente com o Filho e Seu Espírito,  realizou um grande projeto: A criação do mundo e as demais coisas.
Em Gênesis, capítulo 1, versículos de 1 a 25, narra que Deus criou os céus e a terra, bem como todas as coisas que existem neles. 

                                                                                                                                                                  
Deus fez o homem
Após criar essas coisas, disse Deus:
Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra.  E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.”  (Gênesis 1:26-27)
E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. (Gênesis 2:7)

Deus deu uma adjutora
a Adão

Viu o Senhor Deus que o homem não poderia viver só, precisando, portanto, de uma adjutora. E assim, Ele fez uma mulher para Adão, que recebeu o nome de Eva, conforme nos descreve Gênesis 2:21-24, que diz:
Então, o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar. E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada. Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.”
O dicionário Aurélio explica que adjutora quer dizer: Auxiliar, ajudar, dar adjutória a alguém.


Deus plantou um
jardim para Adão
                        
Deus plantou um jardim no Éden, entregando-o ao homem, ao qual disse o Senhor, conforme está escrito em Gênesis 2:16-17:
E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim comerás livremente,  mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.”


Satanás enganou Eva

           Expulso do Céu, devido a sua rebelião, Satanás usou uma serpente para contrariar a ordem de Deus, que fora dada a Adão “...mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
           A serpente disse a Eva:
           “É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” (Gênesis 3:1)
           Respondeu-lhe Eva:
           “...mas, do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais.” (Gênesis 3:3)
           A serpente contrariando a proibição de Deus, disse a Eva:
           Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal. E, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.” (Gênesis 3:4-6)


Com rigor Deus puniu
Adão e Eva

            Em Gênesis, capítulo 3, versículo 8, diz:   
           “E ouviram a voz do SENHOR Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e escondeu-se Adão e sua mulher da presença do SENHOR Deus, entre as árvores do jardim.”

           O SENHOR Deus chamou  Adão e disse-lhe:
           “Onde estás? E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me. E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?” (Gênesis 3:9-11)

          Adão acusou Eva
           Então, disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi. E disse o SENHOR Deus à mulher: Por que fizeste isso? E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.”  (Gênesis 3:12-13)

           Deus disse a Adão:
           Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida. Espinhos e cardos também te produzirá; e comerás a erva do campo. No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado, porquanto és pó e em pó te tornarás. (Gênesis 3:17-19)
           Segundo o dicionário Aurélio, cardos que dizer: Planta cheia de espinhos, considerada praga para a lavoura, com as folhas cheias de espinhos.

           Deus estava certo de que o homem não poderia permanecer no jardim do Éden, e decidiu o Senhor, conforme nos relata Gênesis, capítulo 3, versículos 22 a 24, que diz:
           “Então, disse o SENHOR Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, pois, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma, e viva eternamente, o SENHOR Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra, de que fora tomado. E, havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.”


           Caim e Abel e o primeiro
 homicídio.

           E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu, e teve a Caim, e disse: Alcancei do SENHOR um varão. E teve mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra. E aconteceu, ao cabo de dias, que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta. (Gênesis 4:1-4)

            Deus não considerou a oferta de Caim, então satanás colocou inveja e ira no coração de Caim, o qual matou seu irmão, conforme nos descreve Gênesis 4, versículos 8, que diz:
           “E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel e o matou.”

            Deus falou com Caim, conforme está escrito nos versículos 9 a 15:
           “E disse o SENHOR a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão? E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra. E agora maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para receber da tua mão o sangue do teu irmão. Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força; fugitivo e errante serás na terra. Então, disse Caim ao SENHOR: É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada. Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e errante na terra, e será que todo aquele que me achar me matará. O SENHOR, porém, disse-lhe: Portanto, qualquer que matar a Caim sete vezes será castigado. E pôs o SENHOR um sinal em Caim, para que não o ferisse qualquer que o achasse.”

           Esta foi a segunda investida do diabo, aqui na terra. Ele colocou e coloca no coração do ser humano toda espécie de atrocidade. Ele é a pai do engano, da mentira, da inveja, do ódio, da ganância, da cobiça. Ele leva o homem a fazer tudo contrário às Sagradas Escrituras.

A REVOLTA DA LÚCIFER


 

A origem do mal
                                                                                                        

O mundo desde a sua criação vive num tremendo conflito de desobediência ao Seu criador – o Senhor Nosso Deus. Crimes horrorosos, adultérios, estupro, corrupção, guerras. Nações são invadidas e milhões de pessoas assassinadas. Crianças e adolescentes são corrompidos com toda espécie de violência.  A iniqüidade é sem fronteiras nos dias de hoje. Vivemos perplexos no meio de um verdadeiro matadouro humano.

Desobediente à palavra de Deus, o homem não vem respeitando limites. Tudo é possível. Tudo é normal. A impunidade, aqui, na terra, também é normal.

Deus disse:                                                                                                                                 
Não matarás. Não adulterarás. Não furtarás.  Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo.
O homem, porém, mata insaciavelmente, adultera, provoca guerras, atentados, e tantos outros crimes cada vez mais bárbaros; furta e rouba o patrimônio alheio. Assim é o homem!
O homem se opõe à palavra de Deus. Poucos se interessam a conhecer o Senhor Nosso Deus, o Senhor dos Exércitos.
Que força é essa que atrai o ser humano a proceder de tal modo, contrariando a vontade do seu Criador? A Bíblia – o santo livro de Deus – explicará tudo.
  Isso teve início no Céu. O reino celestial é formado pelo Pai, o Filho, o Espírito Santo, Serafins,  Querubins e Arcanjos, também conhecidos por anjos. 
O Senhor Deus não deixou tais fatos encobertos ao homem, porquanto a Bíblia Sagrada conta a história de uma rebelião encabeçada  por um dos anjos, que tentou dar um golpe de estado e destronar o seu próprio Criador.
E assim, dentre os anjos havia um querubim muito formoso, ungido para proteger, cheio de poderes, chamado Lúcifer, que significa portador da luz.
Ezequiel, capítulo 28, versículo 14, diz:
Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas.”
Continuando, diz o Senhor Deus em Ezequiel 28:15:
Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti.” 
Deus, que é onisciente, conhecia o coração de Lúcifer, que iria maquinar coisa terrível no reino de Deus.
O dicionário explica o significado das palavras seguintes:
Iniquidade: Grande injustiça. Ato malvado, prática de crime, pecado e perversidade.
Onisciente: Que sabe tudo.

A estratégia de Lúcifer
Em Isaías 14:12, conta a ambição de Lúcifer e sua queda, conforme está escrito:
Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações!”
Continuando, eis que não demorou muito para Lúcifer dizer em seu coração: “...Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte.  Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo.  E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo (Isaías 14:13-15)

Lúcifer reuniu os anjos, aos quais apresentou o seu projeto, a fim de convencê-los a aceitar o seu plano e combaterem com ele, e tomar o Reino de Deus.
Um terço dos anjos aceitou a proposta de Lúcifer (Apocalipse 12:4). Unidos, os anjos combateram com ele.
Quantos anjos ficaram ao lado de Lúcifer?
Esta pergunta é difícil de ser respondida, porém, podemos imaginar que foram milhões de anjos, porquanto o exército celestial é formado por um efetivo incontável, conforme nos descreve João em Apocalipse, capítulo 5, versículo 11, dizendo:
 “E olhei, e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do trono, e dos animais, e dos anciãos; e era o número deles milhões de milhões, e milhares de milhares”

A derrota de Lúcifer
Deu-se início a uma grande batalha no Céu, conforme nos descreve Apocalipse 12:7-9, que diz:
E houve batalha no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhava o dragão e os seus anjos;  Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus.  E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.” 
                                              
Porque Deus não eliminou, de vez, satanás e os anjos rebelados?
Ora, se o Senhor Nosso Deus quisesse teria exterminado com Lúcifer e seus anjos rebelados. Deus, porém, não age assim, porque não é um ditador. O Senhor Deus é democrata. Ele é o Deus do livre arbítrio, dando a todos, inclusive os seres celestiais, o direito de decidir o seu próprio destino – o caminho do bem ou do mal.
Deus, todavia, faz um alerta em Isaías, capítulo 29, versículo 15, dizendo:
“Ai dos que querem esconder profundamente o seu propósito do SENHOR, e fazem as suas obras às escuras, e dizem: Quem nos vê? E quem nos conhece?