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quarta-feira, 24 de julho de 2019

PORQUE DEIXEI A IGREJA CATÓLICA - 1ª PARTE


A missa em Latim  
Fui católico durante 67 anos. Assisti várias missas celebradas em latim, porém, já existia a Bíblia Sagrada  em português. Desta feita, os féis, que não conheciam o latim, nada entendiam.
Os padres celebravam as missas de frente para o altar, e as costas para os fiéis. As primeiras palavras dos padres: “In nomine Patris et Filii et Spiritus Sancti ”, cuja tradução para português é: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
A maioria dos fiéis era pessoas humildes, que não entendiam bulhufas de latim,  respondia: Amém!!!!
Finalmente, Roma deu ordem para celebrar as missas em português. A partir de então os congregados entendiam tudo que saia das bocas padrescas.
Eu, minha esposa e minha sogra erámos fiáis às doutrinas de Romana. Não existiam doutrinas bíblicas, senão as doutrinas da Religião Católica Romana. De tal sorte, os fiéis não recebiam explicações sobre as passagens das Escrituras. E assim, faltavam-lhes conhecimento bíblico, bem como crescimento espiritual, posto que a palavra de Deus era totalmente desprezada, sendo válido o que vinha de Roma papal. Os fiéis cumpriam os dogmas, ensinos e tradições, não sendo, portanto, necessário consultar a Bíblia Sagrada.

O confessionário
No ano de 1213 depois de Cristo, o 4º concílio de Latrão/Roma criou a confissão auricular.
Dentro das igrejas Católicas Romana existia uma casinha que só cabia uma pessoa sentada, e tinha uma janelinha com uma tela bem fininha. Os padres entravam e se sentavam com o ouvido colado numa telinha; e, pelo lado de fora, os pecadores se ajoelhavam frente para os padres, e contavam-lhes os seus pecados.
Naquela confissão saia de tudo: adultério, homicídio, roubo, brigas, e os mais variados pecados.
Terminada a confissão, os padres lhes perdoavam, porém, recebiam uma pena chamada de penintência, que implicava em rezar dez Pai Nosso e  dez ave-Maria.
 Deste modo, os fiéis à doutrina do papa - homem e mulheres - se ajoelhavam como um desgraçado pecador, e se levantavam zeradinhos dos seus pecados.
Comecei a observar que eram tantos os que tinham os seus pecados perdoados, os quais estavam sempre voltando. E o padre...perdoando! perdoando!
Mas eu nada entendia das escrituras, pois entre os de tantos pecados eu era um deles.
Os padres fizeram um reino terrestre. Um reino que não tem a participação do Senhor Deus. Mas eu e todos os seguidores das tais heresias nã entediámos bulhufas.
Coisa totalmente absurda, pois Jesus nos ensinou o contrário, na oração do Pai Nosso, conforme Mateus,  capítulo 6, versículo 9, que diz:  Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;”
No versículo 12, do mesmo capítulo 6, disse Jesus: “Perdoa-nos as nosss ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam.”
Ao terminar a oração do Pai Nosso, Jesus sintetizou bem sobre de quem deve partir o perdão dos que ofendem uns aos outros, dizemdo:
Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;  Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” (Mateus 6:14-15)
Vê-se, claramente, que é o ofendido quem perdoa o ofensor. 
Os padres perdoavam quem praticava adultério, cujo pecado é proibido por Deus (Êxodo 20:14).
Sobre o adultério, disse Jesus: Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.” (Mateus 5:28)
O pecado da cobiça é muito complicado, tanto para o homem, quanto para a mulher. E assim, só  Deus perdoa.
Os padres, porém, se colocavam acima de Deus e acima de Jesus, e perdoavam os pecados de adultérios. O falso perdão dos padres incentivava os pecadores a continuarem iludidos por não examinarem as Escrituras, conforme mandou Jesus (João 5:39) (Do meu trabalho Porque Deixei a Igreja Católica)

Percebendo os erros religiosos



Fui percebendo alguns detalhes. É nos detalhes que descubrimos muitas coisas. As coisas que milhões não percebem! Certo dia, eu estava na missa, quando o padre, bem cheio de emoção, disse: “Dia tal haverá a procissão de nossa senhora tal; depois a imagem ficará exposta para os fiéis adorarem e venerarem.”
Eu já vinha desconfiado que aquelas imagens não faziam coisa alguma, pois uma delas caiu e quebrou-se. E não se defendeu a si mesma, pois se ele tivesse poder não teria caído, e não se quebraria.
Na Bahia, houve um temporal, que derrubou uma igraja muito grande, e as imagens que nela estavam não fizaram nada, pois foram destruídas.
Ora, como me pregavam que elas tinham poder, vi acontecer tudo o contrário. Percebi que as imagens não tinham poder nenhum.
As novenas do Natal
Todo  final do ano, havia o natal em família na nossa rua. Os fiéis faziam novenas do Natal, cujo encerramento acontecia na nossa casa. A imagem de Maria era levada num andor às reridências dos amigos. 
Uma noite na nossa residência, uma fiel exclamou:
“Olha, mulé, como nossa senhora está corada!”
Eu olhei para aquela imagem e vi que não era verdade. Isto me fez dispertar que tudo aquilo não tinha fundamento. O povo cumpria literalmente os ensinamentos dos seus líderes da igreja, mas sobre a VERDADE DE DEUS os fiéis eram cegos. E eu, minha querida esposa e os demais da família, também éramos cegos.

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