As histórias de zombaria
Certa vez,
numa missa o padre Campos, da capelinha,
de maneira debochante, contou uma conversa de uma dona de casa com ele, dizendo
imitando a sua fiel:
“Lá em casa,
padre, eu tenho três filhos. Um só fala em medicamentos, este vai ser médico;
outro, só fala em plantações, este vai ser agrônimo; e o outro é abestalhado,
só fala em ser padre.”
Fiquei pasmo
com aquela história do padre, contando imitando a voz da mulher.
Noutra
missa, o mesmo padre, contou uma história bastante angraçada de uma senhora da
Paraíba.
Começou o padre:
“Veja só o
que fez uma dona de casa na cidade tal, da Paraíba. (ele citou o nome da
cidade). Ela fez uma promessa para são Francisco do Comindé do Ceará curar um
de seus filhos, e o menino foi curado.”
A quela senhora – continuou o padre – foi ao
padre da freguesia, pediu a benção ao vigário:
- Minha
banção, padre!
- Deus te
abençoe, minha filha!
- Padre, eu
fiz uma promesso com são Francisco do Conindé para, se meu filho fosse curado,
eu ir levar um boi para ele. Eu quero saber se essa promessa pode ser paga
aqui!
- Mas é
claro, minha filha, o Deus de lá é o mesmo daqui.
“A senhora terminou a conversa e despediu-se
do padre”
- Minha
benção padre.
- Deus te
abençoe, minha filha!
Quando a
mulher ia chegando à porta de saída, o padre perguntou:
- Filha,
quando você vem deixar o boi?
- Padre, eu
estou terminando de pintar.
- Ai, é de
barro?!
- É, padre.
- Não, assim
não! Essa promessa só poderá ser paga lá em Canindé.
As coisas
que as narrei acima e estas duas, abriram meus olhos. Sem orientação de ninguém
e muita indignação, deixei de ler a Biblia Sagrada por quase dez anos. Mas
continuei indo à missa, pois eu não sabia que destino seguir.
A CONVERSÃO DO NOSSO FILHO MAIS NOVO
Nesse tempo,
o nosso filho Arão – o mais novo -, havia ido ao Recife/Pernambuco-Brasil, onde
fez uma amizade com uma senhora crente, que morava num bairro afastado do centro
daquela capital. E foi ouvindo a palavra de Deus que ele se converteu ao
Evangelho da Maravilhosa Graça.
Arão
retornou à Natal. Ih! A notícia não foi bem recebida. Só eu não reclamei nada
do nosso filho, posto que eu já não acreditava nas mentiras que me pregavam.
Tempos
depois, Arão retornou ao Recife, ficando hospedado na casa daquela irmã, que o
levara à igreja onde ele se converteu.
A dengue
pegou Arão e não estava bem. A irmã era uma pessoa humildes, de poucos recursos
financeiros, e não tinha condições de levá-lo ao pronto socorro, nem mesmo de
nos telefonar.
Deus mostrou Arão a uma írmã
Uma irmã,
residente no Centro do Recife, teve uma visão. Na
sua visão Deus lhe mostrou uma
igreja. Ela viu a fachada da Igreja, e sabia onde ficava. Na visão, aparecia uma
irmã bem humilde levando para igreja um rapaz muito doente.
A irmã pegou
o carro e foi bater lá. Não demorou muito, e lá se vinha chegando à igreja
aquela irmã e o rapaz, tal como o Senhor Deus lhe havia mostrado.
A irmã se
aproximou e perguntou ao nosso filho se ele era de Natal. E o levou para a sua
casa, procurou um médico. Tratou de sua saúde, e nos telefonou informando que
estava tudo bem.
Foi um
alívio grande, pois há vários dias que não tínhamos notícias do nosso querido
filho.
Decorreram-se
dez anos da conversão de Arão, quando Aparecida, nossa querida filha, ouvindo a
palavra de Deus, também se converteu. Agora, dois evangélico dentro de casa. E
cinco incrédulos!
Diante desta
história, vendo que o Deus de Arão e de Aparecida era UM, enquanto os demais da família acreditávamos em vários deuses, deixei
de ir à missa. Eu deixava minha esposa e minha sogra na igreja, e retornava
para casa. E antes de terminar eu ia apanhá-las.
Vendo tão
grande mudança, que o Senhor Deus fizera nas vidas dos dois – Arão e Aparecida
-, comecei a lê a Bíblia Sagrada, e com vontade
de aprender. O Senhor me abriu o entendimento. Fiquei perplexo com as
MARAVILHAS DAS ESCRITURAS. Fiquei indignado quanto fui engado por uma religião
que jamais serviu ao Trono de Deus.
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