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quarta-feira, 24 de julho de 2019

PORQUE DEIXEI A IGREJA CATÓLICA - PARTE 2


As histórias de zombaria
Certa vez, numa missa  o padre Campos, da capelinha, de maneira debochante, contou uma conversa de uma dona de casa com ele, dizendo imitando a sua fiel:
“Lá em casa, padre, eu tenho três filhos. Um só fala em medicamentos, este vai ser médico; outro, só fala em plantações, este vai ser agrônimo; e o outro é abestalhado, só fala em ser padre.”
Fiquei pasmo com aquela história do padre, contando imitando a voz da mulher.
Noutra missa, o mesmo padre, contou uma história bastante angraçada de uma senhora da Paraíba.
Começou o padre:
“Veja só o que fez uma dona de casa na cidade tal, da Paraíba. (ele citou o nome da cidade). Ela fez uma promessa para são Francisco do Comindé do Ceará curar um de seus filhos, e o menino foi curado.”
 A quela senhora – continuou o padre – foi ao padre da freguesia, pediu a benção ao vigário:
- Minha banção, padre!
- Deus te abençoe, minha filha!
- Padre, eu fiz uma promesso com são Francisco do Conindé para, se meu filho fosse curado, eu ir levar um boi para ele. Eu quero saber se essa promessa pode ser paga aqui!
- Mas é claro, minha filha, o Deus de lá é o mesmo daqui.
 “A senhora terminou a conversa e despediu-se do padre”
- Minha benção padre.
- Deus te abençoe, minha filha!
Quando a mulher ia chegando à porta de saída, o padre perguntou:
- Filha, quando você vem deixar o boi?
- Padre, eu estou terminando de pintar.
- Ai, é de barro?!
- É, padre.
- Não, assim não! Essa promessa só poderá ser paga lá em Canindé.
As coisas que as narrei acima e estas duas, abriram meus olhos. Sem orientação de ninguém e muita indignação, deixei de ler a Biblia Sagrada por quase dez anos. Mas continuei indo à missa, pois eu não sabia que destino seguir.

A CONVERSÃO DO NOSSO FILHO MAIS NOVO
Nesse tempo, o nosso filho Arão – o mais novo -, havia ido ao Recife/Pernambuco-Brasil, onde fez uma amizade com uma senhora crente, que morava num bairro afastado do centro daquela capital. E foi ouvindo a palavra de Deus que ele se converteu ao Evangelho da Maravilhosa Graça.
Arão retornou à Natal. Ih! A notícia não foi bem recebida. Só eu não reclamei nada do nosso filho, posto que eu já não acreditava nas mentiras que me pregavam.
Tempos depois, Arão retornou ao Recife, ficando hospedado na casa daquela irmã, que o levara à igreja onde ele se converteu.
A dengue pegou Arão e não estava bem. A irmã era uma pessoa humildes, de poucos recursos financeiros, e não tinha condições de levá-lo ao pronto socorro, nem mesmo de nos telefonar.
Deus mostrou Arão a uma írmã
Uma irmã, residente  no  Centro do Recife, teve uma visão. Na
sua visão Deus lhe mostrou uma igreja. Ela viu a fachada da Igreja, e sabia onde ficava. Na visão, aparecia uma irmã bem humilde levando para igreja um rapaz muito doente.
A irmã pegou o carro e foi bater lá. Não demorou muito, e lá se vinha chegando à igreja aquela irmã e o rapaz, tal como o Senhor Deus lhe havia mostrado.
A irmã se aproximou e perguntou ao nosso filho se ele era de Natal. E o levou para a sua casa, procurou um médico. Tratou de sua saúde, e nos telefonou informando que estava tudo bem.
Foi um alívio grande, pois há vários dias que não tínhamos notícias do nosso querido filho.
Decorreram-se dez anos da conversão de Arão, quando Aparecida, nossa querida filha, ouvindo a palavra de Deus, também se converteu. Agora, dois evangélico dentro de casa. E cinco incrédulos!
Diante desta história, vendo que o Deus de Arão e de Aparecida era UM, enquanto os demais da família acreditávamos em vários deuses, deixei de ir à missa. Eu deixava minha esposa e minha sogra na igreja, e retornava para casa. E antes de terminar eu ia apanhá-las.
Vendo tão grande mudança, que o Senhor Deus fizera nas vidas dos dois – Arão e Aparecida -,  comecei a lê a Bíblia Sagrada, e com vontade de aprender. O Senhor me abriu o entendimento. Fiquei perplexo com as MARAVILHAS DAS ESCRITURAS. Fiquei indignado quanto fui engado por uma religião que jamais serviu ao Trono de Deus.


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